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Região Serrana Rio de Janeiro.


Diretrizes em redução de riscos de desastres: região serrana do Rio de Janeiro./CEPED/UFSC. Florianópolis: CEPED UFSC, 2011.
Disponível em:
http://www.ceped.ufsc.br/biblioteca
Acesso em: 7 nov. 2011.
Disponível para download em:
http://www.ceped.ufsc.br/sites/default/files/projetos/rl_-_2011.001_-_estudo_regiao_serrana_com_care_brasil_ineped_110608.pdf



O estudo levantou informações sobre três municípios atingidos  – Petrópolis, Teresópolis e  Nova Friburgo  – relacionando-as ao contexto geral brasileiro, aos estudos técnicos  já  realizados nas localidades e aos conceitos de Gestão de Riscos de Desastres e Comunicação  e Percepção de Risco, sob o enfoque principalmente da redução de vulnerabilidades.  

Marco de Ação de Hyogo, MAH 2005-2015.Referências

Marco de Ação de Hyogo, MAH.2005-2015."Aumento da Resiliência da Nações e das Comunidades  frente aos desastres"Lins, L.F.L. (trad.)/Nações Unidas. Secretaria Nacional de Defesa Civil
Disponível para download em:
http://www.defesacivil.gov.br/cidadesresilientes/pdf/mah_ptb_brochura.pdf


O Marco de Ação de Hyogo (MAH) é o instrumento mais importante para a implementação da redução de riscos de desastres que adotaram os Estados Membros das Nações Unidas. Seu objetivo geral é aumentar a resiliência das nações e das comunidades frente aos desastres ao alcançar, para o ano de 2015, uma redução considerável das perdas que ocasionaram os desastres, tanto em termos de vidas humanos quanto aos bens sociais, econômicos e ambientais das comunidades e dos países. O MAH oferece cinco áreas prioritárias para a tomada de decisões, em iguais desafios e meios práticos para aumentar a resiliência das comunidades vulneráveis aos desastres, no contexto do desenvolvimento sustentável
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A guide for implementing the Hyogo Framework for Action by local stakeholders. ISDR/Kyoto University, 2010 (ing.)
Disponível em:
http://www.preventionweb.net/english/professional/publications/v.php?tag=2010-11campaign&id=13101
Acesso em 10 nov.2011
Disponível para download em:
http://www.preventionweb.net/files/13101_ImplementingtheHFA.pdf


O objetivo desta publicação é servir como um guia para o Quadro de Ação de Hyogo, HFA, de implementação para os governos locais e as partes interessadas, personalizando o ISDR.
Esta versão pode ser usada para o treinamento / programa de desenvolvimento de capacidades na redução do risco de desastres dirigidos a funcionários do governo local. 

Campanha "Construindo Cidades Resilientes". Brasil


Campanha Mundial de Redução de Desastres -  "Construindo Cidades Resilientes: Minha cidade está se preparando." 2010-2011./Secretaria Nacional de Defesa Civil.
Disponível em:
Acesso em: 7 nov.2011
Documento disponível para download em:
http://www.defesacivil.gov.br/cidadesresilientes/pdf/Documento_Final.pdf

Uma cidade resiliente é aquela que tem a capacidade de resistir, absorver e se recuperar de forma eficiente dos efeitos de um desastre e de maneira organizada prevenir que vidas e bens sejam perdidos. 

O lançamento no Brasil da Campanha Construindo Cidades Resilientes: Minha Cidade está se Preparando, da Estratégia Internacional para a Redução de Desastres (EIRD), da Organização das Nações Unidas (ONU), é uma iniciativa da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, e pretende sensibilizar governos e cidadãos para os benefícios de se reduzir os riscos por meio da implementação de 10 passos para construir cidades resilientes. 

Inundações. Planejamento. União Européia

Direção de Inundações da União Européia, UE/Comissão Européia de Meio-Ambiente.
Disponível em:
http://ec.europa.eu/environment/water/flood_risk/index.htm
Acesso em: 25 out.2011



Proposta pela Comissão Europeia 2006, seu objetivo é reduzir e gerir os riscos  das inundações para a saúde humana, o ambiente, o património cultural e a atividade econômica. A direção obriga os Estados-Membros a  fazer uma avaliação preliminar em 2011 para identificar as bacias hidrográficas e zonas costeiras associadas ao risco de inundações. Para essas zonas, então,  elaborar mapas de riscos de inundações até 2013 e estabelecer planos de gestão dos riscos focada na prevenção, protecção e preparação até 2015. A direção aplica-se às águas fluviais, bem como todas as águas costeiras em todo o território da União Européia, UE.


Mudanças Climáticas


Mudança do Clima no Brasil: aspectos econômicos, sociais e regulatórios. da Motta, R.S. et al. (editores). Brasília: IPEA, 2011. ISBN 978-85-7811-108-3
Disponível em livros:
http://www.ipea.gov.br/portal/index.phpoption=com_content&view=article&id=1339&Itemid=68#
Acesso em: 17 set.2011
Disponível para download em:
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_mudancadoclima.pdf


principal objetivo é oferecer aos seus leitores uma publicação nacional sobre políticas de combate ao aquecimento global com textos analíticos de 46 especialistas, vários deles participantes das negociações brasileiras na convenção do clima e do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), oriundos de
 17 instituições brasileiras entre universidades, centros de pesquisa e ministérios.
(Documento enviado por André Carvalho Silveira em 16 set.2011.)


Outros documentos e informações sobre  Mudanças Climáticas disponíveis em:
http://desenvolvimentosustentaveldocs.blogspot.com/

Áreas Protegidas. Áreas de Preservação Permanente,APP


Áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação & Áreas de Risco: O que uma coisa tem a ver com a outra? Relatório de Inspeção da área atingida pela tragédia das chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro/ Schaffer, W.B. et al. Brasília: MMA, 2011 (Série Biodiversidade, 41) ISBN 978-85-7738-155-5
Disponível em:
http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=publicacao.publicacoesPorSecretaria&idEstrutura=146
Acesso em: 14 set.2011
Disponível para download em:
http://www.mma.gov.br/estruturas/202/_publicacao/202_publicacao01082011112029.pdf


A publicação apresenta uma análise das consequências das chuvas torrenciais que ocorreram em janeiro de 2011 na Região Serrana do Rio de Janeiro, trazendo para o centro da discussão os fatores potencializadores de tais efeitos.
(Publicação distribuída na  reunião do Projeto "Em Defesa da Vida" realizada no dia 13 de setembro, em Visconde de Mauá, pelo  Diretor de Floresta do Ministério do Meio Ambiente, Sr. João de Deus Medeiros  palestrante e um dos autores do documento).